Às vésperas de terminar a faculdade, no 8º período, com o TCC corroendo todos os neurônios e unhas, ainda nos é infringida uma atividade desgastante tal como: criar uma revista. É uma das disciplinas, sem chance de discussão. Até chegamos a propor que fizéssemos uma edição d'O Foca, o jornal do curso de Comunicação, mas diante de problemas financeiros (o governo não andou pagando, depois pagou parcelado) e pouco tempo, decidiu-se não arrumar mais dores de cabeça. Então, escolhi o blog.
Nunca, até então, tinha pensado em criar uma versão impressa dele, mas diante da possibilidade de fazer uma coisa (quase) bonita que pudesse exibir meus textos e servir como portfólio, abracei. E quebrei a cabeça mil vezes para passar para o impresso, além da formatação como tamanho de texto, fonte, as fotos que usei aqui e que no impresso precisariam ser brancas, livres de direitos autorais.
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| O layout do blog |
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| Detalhe da capa da revista |
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| A capa da Quase Verão |
Com um Editorial feito sem ideia nenhuma e sem ter ideia de como fazer uma "área de serviço" decente, o maior zelo e a mais querida sacada da vida ficou ali jogada: o código QR. Muitos usaram códigos de barras fictícios, mas eu queria mesmo levar o blog para o mundo offline, queria que funcionasse. E funciona.
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| Detalhe do canto da página |
Tive a oportunidade com essa revista também de imitar a revista Veja e suas páginas amarelas. Criei as páginas laranjas, uma seção de páginas duplas dedicadas a uma reportagem exclusiva. Nessa edição, uma reportagem que fiz no ano passado para a disciplina de Jornalismo Investigativo sobre os cinemas frutalenses. O mais fantástico, com certeza, foi fazer 4 páginas caberem em 2.
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| As páginas laranjas, a reportagem |
Você pode lê-la na íntegra logo abaixo, no Issuu.




